Holding é a empresa da família: os imóveis e as participações saem do seu CPF e entram numa estrutura que paga menos imposto sobre os aluguéis, protege os bens de processo e dívida, e resolve a herança em vida, sem os anos e os custos de um inventário. A reforma tributária está encarecendo exatamente isso, e quem monta antes da virada trava as regras de hoje.
É o mesmo diagnóstico que a DCS cobra R$ 1.000 pra fazer em empresa de outros setores, aplicado de graça ao seu caso. Você sai da conversa sabendo exatamente quanto paga hoje, quanto deveria pagar e qual o caminho pra chegar lá, com número em real, não com promessa.
Quanto o seu patrimônio paga hoje, entre aluguéis no imposto de renda e o custo projetado da sucessão, e quanto pagaria dentro da holding, lado a lado.
Como os bens estão distribuídos hoje, o que está exposto a processo e dívida, e o que a reforma tributária muda no seu caso específico.
Se fizer sentido montar, a DCS conduz tudo: desenho da estrutura, imóveis pra dentro da empresa, doação das cotas com você no comando. Sem juridiquês solto, com cada passo explicado.
Patrimônio parado no CPF paga imposto caro em vida e imposto caro na morte, exposto no meio do caminho. O dinheiro vaza em quatro pontos que quase ninguém revisa antes de doer.
Quem recebe R$ 20 mil de aluguéis no CPF entrega uns R$ 4,6 mil por mês pro imposto de renda. Os mesmos aluguéis, dentro da holding, pagam cerca de R$ 2,3 mil. É metade da conta, uns R$ 28 mil por ano, decididos só pelo lugar onde o imóvel está registrado.
Inventário consome tipicamente de 10% a 20% do patrimônio entre imposto de herança, cartório, justiça e honorários, leva anos, e nesse meio tempo os bens ficam travados: não vende, não aluga direito, não divide. A sucessão feita em vida, por doação de cotas da holding, custa uma fração e sai em semanas.
Bens no CPF respondem por tudo: um processo da empresa, um aval assinado, uma separação, e o imóvel da família entra na conta. Na holding com as cláusulas certas, casamento, dívida e processo dos herdeiros não alcançam os bens, e o que é da família continua da família.
A reforma tributária obrigou o imposto de herança a ser progressivo, e os estados estão puxando as alíquotas pro teto. Cada ano que a doação das cotas é adiada é um ano de valorização dos bens virando imposto, numa alíquota que só faz subir. Quem doa antes trava a regra e o valor de hoje.
O tipo de empresa e as cláusulas que protegem os bens de casamento, dívida e processo dos herdeiros.
A lei permite, em vários casos, colocar o imóvel na empresa sem pagar o imposto municipal de transferência. É conta feita imóvel a imóvel.
As cotas doadas aos herdeiros com reserva de usufruto: eles já são donos no papel, você segue mandando e recebendo os aluguéis até quando quiser.
Três mudanças com prazo estão correndo agora. Quem monta a holding em 2026 escolhe as regras com que a família joga pelas próximas décadas; quem esperar paga a régua nova.
Com a progressividade obrigatória, os estados estão subindo o imposto de herança em direção ao teto, e há pressão pra dobrar esse teto. Doação de cotas registrada agora paga a regra atual sobre o valor atual; a herança de amanhã paga a alíquota nova sobre o patrimônio valorizado.
A reforma coloca a locação e a venda de imóveis por empresa dentro do imposto novo, com regras de transição pra quem já está estruturado antes da virada. Quem entra agora escolhe o regime de transição; quem entrar depois pega a regra cheia, sem escolha.
O imposto de herança incide sobre o valor dos bens na data da transmissão. Imóvel que valoriza 8% ao ano e doação adiada por dez anos é o mesmo patrimônio pagando imposto sobre mais que o dobro da base, numa alíquota provavelmente maior.
Quem vive de aluguel, quem tem empresas e quem vai deixar herança precisam de desenhos diferentes de holding. O trabalho da DCS é específico pra cada um.
Pra quem tem imóveis rendendo no CPF.
Pra quem é sócio de uma ou mais operações.
Pra quem quer resolver em vida, sem briga e sem inventário.
A DCS nasceu de dois contadores formados na Universidade de Brasília e atende hoje mais de 200 clientes no Brasil inteiro. Holding, aqui, não é produto de prateleira vendido por anúncio: é estrutura desenhada caso a caso, por quem também audita a contabilidade dos outros. Perícia contábil é serviço da casa: o mesmo olhar que o Judiciário contrata pra dizer se uma contabilidade está certa é o olhar que revisa a sua, todo mês.
E o atendimento é o oposto do que o mercado de contabilidade online normalizou: aqui quem responde é contador, no WhatsApp, chamando você pelo nome.
Atendimento direto no WhatsApp, com contador de verdade do outro lado. Nada de robô, nada de protocolo, nada de fila de chamado.
8 anos de mercado contábil, 5 deles em contabilidade de seguradoras, um dos setores mais regulados do país. Especialista em implementação de normas contábeis pra empresas de todo porte.
Mais de 10 anos de experiência, com passagem pelo setor financeiro do Itamaraty. Como perito, avalia se a contabilidade dos outros está correta. A sua passa pelo mesmo crivo.
“Trinta anos pagando imposto de aluguel na pessoa física porque ninguém nunca me disse que existia outro jeito. A conta que a DCS me mostrou do que eu paguei a mais nesse tempo doeu. Hoje pago metade.”
“Vi o inventário da casa da minha amiga levar seis anos e comer uma fatia enorme do que o pai dela deixou. Montei a holding pra poupar meus filhos disso. Doei as cotas, continuo mandando em tudo, e cada um já sabe o que é seu.”
“Eu era sócio de três operações com meu apartamento no meio de tudo. Se um negócio afundasse, levava a casa junto. A DCS separou as coisas: hoje empresa é empresa, família é família.”
“Achei que holding fosse coisa de milionário de televisão. Era a mensalidade de um contador a mais e o imposto dos meus aluguéis caindo quase pela metade. Fiz a conta na reunião gratuita mesmo.”
“Meu pai fez tudo em vida, com a DCS conduzindo a papelada. Quando ele se foi, não teve inventário, não teve briga, não teve advogado morando na nossa vida. Só saudade e as coisas no lugar.”
Menos do que se imagina: com imóveis de aluguel a partir de uns R$ 800 mil, ou mais de um imóvel pra deixar de herança, a conta costuma fechar com folga. A análise gratuita faz exatamente essa conta com os seus números, e se não valer a pena, a DCS diz que não vale.
Não. A doação das cotas é feita com reserva de usufruto: os herdeiros viram donos no papel, mas quem administra, decide e recebe os aluguéis é você, até quando quiser. É o instrumento clássico de quem resolve a sucessão sem abrir mão de nada em vida.
Holding é estrutura prevista em lei há décadas, usada por praticamente toda família empresária do país. O que a Receita persegue é simulação: estrutura de papel sem realidade. A da DCS é feita com laudo, registro e contabilidade em dia, pra sustentar qualquer fiscalização.
Dá, com o desenho certo: imóvel financiado entra com anuência do banco ou espera a quitação, e o regime de casamento define como as cotas são distribuídas. São detalhes que mudam o desenho, não a viabilidade, e a análise já mapeia os dois.
A montagem depende do número de imóveis e da complexidade da família; a manutenção é uma mensalidade de contabilidade como a de qualquer empresa. A análise gratuita já sai com os dois números exatos pro seu caso, e com a conta de em quantos meses a economia paga tudo.